Quarta, 10 Outubro 2018 07:29

Santa Teresinha, a missionária da clausura

Santa Teresinha, a missionária da clausura


Desenvolvemos a caminhada no seguimento de Jesus, agora sua Palavra nos chama para a missão. A missão é o envio que a Palavra nos chama a realizar:
1 º  Nossa Santificação. Ser exemplo.
2 º Nossa Comunhão com a Trindade.
3ºConvívio com os demais no Amor.
A exemplo de Jesus que chamou os apóstolos para estarem com Ele e depois os enviou para dar sentido a vida, valorização da pessoa, tirando o mal deles e das vivencias. Anunciar a Paz.
O mês missionário, outubro, quer nos convidar para sermos instrumentos de delicadeza, generosidade, serviço, prontidão para com os outros.
O testemunho mais perto de nós é o de Santa Teresinha, o seu serviço ao próximo no convívio com as irmãs do Carmelo, a sua oração e sacrifício em favor dos missionários e as conversões e mudança de vida dos que os encontravam. A santa das coisas pequenas, das atitudes de criança. Como os pequenos dependem totalmente dos pais e dos adultos, ela quis cultivar este sentimento e levá-lo a perfeição, a santidade.
A Igreja nos chama para rezar por nossos Bispos reunidos no Vaticano em Roma de 3 a 28 de outubro para pensar o tema: Os jovens, a fé e o discernimento Vocacional. Como chegar a maturidade e realizar com alegria o encontro com Deus, como outro e consigo mesmo? Que Santa Teresinha os proteja e derrame as chuvas de rosas nesta missão. Ser jovem de Deus. Manter sempre o coração Livre.

Pe- Geraldo.

 

 

 

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Pe. Geraldo Ascari

Passamos o mês das Vocações agora é a vez do mês da Palavra – mês da Bíblia. A Vocação nasce de um encontro, o encontro com Deus que chama, para estar com Ele; é na Palavra que surge o seguimento, a missão.
Deus nos chama para a comunhão com seu Filho no Espírito Santo. Um encontro pessoal em profundidade, de vida interior – relação íntima. A Palavra é o fio condutor para dar-nos conhecer o caminho da doação.
Na Palavra, Deus se revela parceiro de Seu povo, o povo sofredor e aflito. “Eu ouvi à aflição do meu povo e desci para libertá-los.” O Deus – Pai de Nosso Senhor Jesus Cristo é atento as necessidades e sofrimentos de seu filho escolhido. Deus fala com sua presença, com sua acolhida, e sua Palavra convida para a resposta de amor a uma necessidade real, básica de nossas vidas.
Deus não quer a dor, o sofrimento, o mal entre seus filhos, somos nós que provocamos esta realidade contrária para os irmãos, chega a ser violência, injustiça, tortura. Chamar de Deus de pai é um socorro nas adversidades, nas tribulações, na precariedade – vem dar-nos o pão de cada dia, vem perdoar-nos os pecados, vem livrar-nos do mal. Esta vocação de filhos e filhas é para ficar em sua casa, pertencer a sua família, ser de sua comunidade. Quem experimenta o amor não fica longe – mas anda com os irmãos, professa a fé na sociedade: Creio em Deus Pai – confiança no Senhor, Pai.

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Por: Pe. Geraldo Ascari

O mês de julho é dedicado ao preciosíssimo sangue de Cristo. Neste ano o Papa Francisco convida a oração pelos sacerdotes na missão pastoral. Também a Igreja pede para dedicação e zelo na pastoral, onde os fiéis vivam o seu batismo como profetas de Deus: Servos para a missão de Deus no meio das pessoas e com as pessoas.

Jesus é o sumo e eterno sacerdote; Ele convida todos à prática do serviço em benefício do Eterno Deus. Ser luz do mundo e sal da Terra, em todos os lugares. A atividade do sal é invisível, não é possível ver, mas saborear, degustar seu valor e significado. Na terra, os homens sem sal não sobrevivem, assim, sem o divino não há vida em plenitude, em realização. 

A luz ao contrário é visível. Faz aparecer a sua presença, seu clarão, sua luminosidade, no entanto, na missão Jesus pede para irradiar luz para todos os outros, para o bem de todos, e estes glorifiquem a Deus por suas obras.A luz, hoje, é graça, é dom para clarear as trevas, os erros, o não saber sobre a religião, a própria fé e a vocação, dom da vida.

Irradiar calor, brilho, alegria sobre esta realidade, eis a missão da Pastoral, dos grupos, dos movimentos que recebem o apoio da Igreja e vão aspergir seu testemunho. A profecia, o serviço e a organização dos humanos para Deus; é no precioso sangue de Jesus nossa unidade e comunhão. Seja discípulo missionário de Jesus e do seu reino.

 

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Terça, 19 Junho 2018 15:24

Coração de Jesus, nosso lugar seguro.

Por: Pe. Geraldo Ascari

Entramos no mês de junho apontado por Nossa Senhora, nossa mãe e mãe de Jesus. No mês de maio cultivamos nossa relação filial e Ela nos apontou para seu Filho Jesus, o Coração grande e manso que nos convida a entrar.

Entrar no coração do Filho amado de Maria, e também o unigênito do Pai. Entrar no coração de quem espera uma partilha e um serviço de salvação e redenção.

Jesus quer travar conosco um contato profundo, íntimo e pessoal: “Abrir os tesouros de suas graças”. Quem não gostaria de hospedar-se em um lugar com esta riqueza? Quem ficaria de fora de um centro irradiador de eternidade?

Todas as bênçãos e graças vieram e vem por sua Palavra, mas é de seu coração transpassado pela lança que brota os sinais: “Os sacramentos da Igreja para nossa plenitude em Deus. ”

Coração, lugar sagrado, lugar santificado no amor e pelo amor. 

Não existiu e não vai existir coração tão aberto para todos como o d’Ele, um lugar de honra. Honra de Deus em dar-nos seu Filho único, honra de Jesus em dar-nos o coração por morada e por repouso. 

Em sua entrega, todos os dias chama: “Vinde comer, vinde beber; Este é o meu corpo, Este é o meu sangue.” Alimento sempre novo e mais saboroso, bebida sempre quente para inflamar o coração por Deus. Coração de Jesus lugar da nossa salvação.

 

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Por: Pe. Geraldo Ascari - SdC

Iniciamos o Mês de Maria, dedicado à nossa Mãe. Também o dia que nos lembramos em particular da mãe terra. No mês dedicado a oração do terço, nossa gratidão a Jesus por Maria Santíssima. A oração e a meditação do Rosário têm o refúgio e a guarda dos mistérios da vida de Nosso Senhor. São eles que nos unem a Deus e a sua bondade no campo da salvação. 

Nestes dias de maneira mais forte ao participarmos nos mistérios da Ressurreição o qual estamos nos aproximando e esperando o Espírito Santo, ou seja, a festa de Pentecostes. 

A obediência a Jesus que pede aos apóstolos para esperarem ser revestidos da força do alto. Esta espera serve para que nós também intensifiquemos a espiritualidade, para isso faremos a novena em preparação para a festa de Pentecostes do dia 11 a 19 de maio, é um chamado para viver da espera. Esperar o toque do Espírito Santo.  

Nosso carisma se alimenta, entra ao fogo do Consolador quando estamos em acolhida. Deus envia sua chama de amor para renovar a face da terra assim nosso interior produz frutos de vida eterna. 

A caridade, a partilha, o serviço ao Reino de Deus exige qualidade, prontidão e doação. Estes sinais são a graça que o Espírito Santo faz emergir, soar para sermos testemunhas da ação do Cristo Vivo.

O convite de Jesus para receber o Paráclito é para todos, ainda mais neste Ano Nacional dos Leigos, o compromisso é ser construtores da cidadania no mundo com exemplos de virtudes comprovadas e sem mancha. Vem Espírito Santo de Deus, vem envolver nosso ser.

 

 

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Sexta, 13 Abril 2018 15:23

Os sinais pascais - Palavra do Pároco

Estamos vivendo o tempo mais forte de nossa fé. Após as promessas de nosso batismo na Vigília Pascal, nos redimimos no sangue de Cristo que se fez dom para nossa salvação. 

A Semana Santa que nos preparou para a ressurreição e a vida, “Vós sois todos irmãos” da Campanha da Fraternidade 2018 agora nos convida a fazer sinais, ecos e obras que superem a violência. 

Os grandes sinais que vamos experimentar até a chegada do Espírito Santo são para nossa conversão: crer e testemunhar a vida eterna. O primeiro sinal apresentado na páscoa é o túmulo vazio. É o envio para a missão: “se dirijam à Galiléia, pois lá me vereis.” (Mt 28,10).

O 2º é a presença de todos na comunidade: professar a fé que os outros vivenciaram. Tomé é o exemplo de quem abandona a vida fraterna por outras coisas. Ele precisa voltar para receber a paz. Nós necessitamos voltar a comunidade para ganharmos a bem-aventurança dos que não viram, mas acreditam. O 3º é o sinal de passagem da morte para a vida nova no Senhor. No seio do vazio, Deus no Cristo ressuscitado caminha ao nosso lado, dando esperança. 

O 4º sinal é do Bom Pastor que doa sua vida para nos salvar. O bom Pastor do Amor. Amou-nos até o fim. O 5º sinal da ressurreição é permanecer unidos na diversidade para produzir frutos de caridade. O 6º sinal é “ser amigos”, Deus em Jesus se revela aos que amam, e se amam. “Eu vos ordeno amai-vos como eu vos amei”, doação total aos outros. 

Queridos irmãos e irmãs celebremos estes dias pascais onde Jesus Cristo nos eleva a eternidade. Santa Páscoa da ressurreição a todos e todas. A paz esteja convosco. Aleluia!

Pe. Geraldo Ascari - SdC

 

Foto: Chaves Nicolau

 

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Nossa vida em exercício quaresmal, vai em direção a festa da Ressurreição, nossa Páscoa. Vivendo os caminhos que Jesus nos ofereceu: Jejum, abstinência, oração e a caridade, vamos nos conhecendo e exercitando nossa vontade para a entrega na sua graça, a santidade.

O tempo da quaresma está iluminado na prática de ser e de se fazer irmãos, filhos do mesmo Pai. Lutar e buscar a não violência, ser homens e mulheres que superam as forças e os momentos que batem os trâmites do mal. Ser solidários, fraternos, compreensivos com os difíceis, os geniosos e grossos. Descobrir na conversa, no diálogo, sem bater com ideias, pensamentos que separam, desunem, afastam, causando sofrimentos, dores e traumas.

O sinal da conversão que somos chamados a fazer é de fato mudar, ser diferente. Fazer a diferença em tudo e com todos, pois queremos permanecer, ficar com o Senhor. Ele é a nossa luz, alegria da novidade, ressurreição e páscoa e esta vitória sobre o mal, pecado e a morte.

Ter no pensamento e no coração o fogo do Espírito que faz de nós templos vivos de graça, de esperança e fortes na solidariedade. O empenho, a perseverança na oração, na via sacra, na confissão, eleva nossos sentimentos, dignidade e nos aproximam da chamada que a Campanha da Fraternidade faz: “Somos todos irmãos”. 

No caminho optamos por celebrar com gratidão a Semana Santa e a Páscoa buscando o Senhor e com Ele a trindade Santa.

Pe. Geraldo Ascari.

 

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As atividades já começaram a voltar, com suas responsabilidades e compromissos. São tantas novidades e surpresas, porque somos humanos e vivemos em volta de um mistério. O mistério que nos abre no inicio de uma temporada: Ano 2018.

A alegria vai invadir nossa espiritualidade e a nossa vida interior. Somos convidados a ser um sinal permanente de “Alegria”, os cristãos e todos os batizados tem por missão, espalhar e dar a conhecer sua alegria. Ela nos vem da gratuidade e da riqueza, bondade de Deus em Jesus Cristo.

A Trindade Santa nos quer radiantes e cheios de sua alegria., sua plenitude e sua paz. No Filho, Nosso Senhor Jesus Cristo, esta comunhão é realizada no serviço e na doação. A doação que se faz luz, o Espirito Santo. 

Uma alegria que contagia porque é divina, é divina porque é para a humanidade, onde estamos imersos nas tribulações e tristezas da vida material. Sair neste ato espiritual é crer na força e no poder de Deus e em sua presença. A contribuição de cada um, acolher, celebrar este encontro, comunhão é a festa da alegria. 

A partilha em festejar esta presença realiza o que chamamos de Reino de Deus: Todos na missão de fazer uma grande “Alegria”. Irromper contra os males e a violência. Dar-se e doar-se para que a voz de Deus que é novidade preencha nossos corações e nossas relações de fraternidade e de dignidade. Irradie sua alegria no Senhor e ilumine sua vida de riqueza e graça.

Pe. Geraldo Ascari

 

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Estamos abertos e acolhedores as graças e riquezas de nosso Deus e Senhor. Uma manifestação que quer nos encontrar e nos convidar para entrarmos no “Espírito do Santo Natal”. O Advento é uma preparação mais próxima do nascimento do Salvador.

Ele já nasceu, mas provoca-nos a nascer em unidade com o Pai: Nascer do Espírito. A abertura deste tempo de graças e de salvação vem carregado de muitas oportunidades e promoções, ofertas, desejos, sonhos e presentes. 

Cada vez mais as situações e acontecimentos ficam permeados de “consumismo, gastança e também comilança: muita obra boa, ótima, excelente, contudo o Espírito nos surpreende, nos convoca e propõe o equilíbrio, a prudência, a temperança, a solidez em nossos valores e atuação da fé.

Nossas atitudes necessitam uma coerência onde o bem trás a comunhão e a simplicidade. O mistério celebrado no início do ano litúrgico quer irradiar grandeza, por que é fonte de conversão. Uma fonte para todos os homens e mulheres de boa vontade. 

Tivemos uma oportunidade grande neste ano de 2017 de conhecer e celebrar os 300 anos de Aparecida e os 100 anos de Fátima, Mãe Tão boa e solicita, agora vem a ser a Serva do Senhor para nos dar Jesus aquele que tira o pecado do mundo. Meus queridos irmãos e irmãs vamos nos preparar com a novena de Natal e a riqueza, o caminho da vida interior no Espírito. 

Feliz e Santas festas de Natal!

Pe. Geraldo Ascari - Pároco

 

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Por: Pe. Geraldo Ascari.   

Meus irmãos e irmãs, chegamos ao mês de novembro, momento de grandes impactos em nossa fé. Lembramos nossos santos, bem-aventurados e mártires que já chegaram a Vida eterna e são os nossos indicadores neste discipulado missionário. Lembramos nossos entes queridos (falecidos) na comemoração dos fiéis defuntos. Lembramos Nossa Senhora da Divina Providência no dia 12. 

Lembramos a Proclamação da República no dia 15, a Bandeira Nacional no dia 19, a consciência negra no dia 20, a festa de Cristo rei do universo no dia 26 e no mesmo dia o aniversário do Cruzeiro e no dia 30 a festa de Santo André Apóstolo. Com estas memórias estamos revivendo nossa união o mistério da fé: Morte e ressurreição de Cristo, a saudade, oração e lágrimas por parentes e amigos falecidos, reafirmando nossa esperança na vida plena por meio de preces pelas almas abandonadas ou esquecidas no purgatório. 

O mistério da nossa fé está com Deus no céu, a assembleia dos santos. Na assembleia dos sofredores, o purgatório. Na assembleia terrena nós os convidamos a “participar das núpcias do Cordeiro”.

Somos felizes, os ungidos e convidados para unirmos em solidariedade. Sejamos mensageiros desta Esperança e vida para sempre.

 

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