Por: Henrique Cavalheiro

O centenário do Pe. Armando Brédice encheu o coração da comunidade de Santa Teresinha de gratidão. Cada um dos fiéis trouxe consigo histórias e relatos que tiveram durante a vida com o sacerdote. Assim foi no dia 22 de agosto de 2017, quando centenas de pessoas participaram da missa celebrada por ele e sentiram todo o seu amor pela eucaristia e pela Igreja. 

Pe. Armando começou o dia em que completou 100 anos com um telefonema muito especial, seus parentes na Itália o saudavam e desejavam saúde. Aos poucos foram chegando seus coirmãos no sacerdócio de todo o Brasil para juntos festejarem tão grande data. 

Já havia escurecido quando a igreja começou a ficar repleta de pessoas para a Santa Missa. Às 19h o aniversariante chegou na entrada principal do templo, já paramentado com uma belíssima casula bordada com temas marianos, presente de sua família para esta ocasião. A liturgia indicava a memória de Nossa Senhora Rainha, só uma confirmação de que a Mãe de Deus, a grande estrela da vida do padre centenário, estava mais uma vez ao seu lado. Estiveram presentes 19 padres e 5 bispos, entre eles Dom Sérgio da Rocha, cardeal arcebispo de Brasília. 

Mesmo com fragilidade, própria de uma pessoa de 100 anos de idade, Pe. Armando presidiu a Missa com vitalidade e uma força que comoveu todos os presentes. A homilia foi proferida por Dom Odilo Scherer, cardeal Arcebispo de São Paulo. “Pe. Armando, agradecemos a Deus pela dedicação de sua vida de forma missionária ao povo brasileiro, deixando a sua família e amigos na Itália, e por todo o bem que fizestes, hoje pedimos ao Pai que te recompense com saúde, alegria e paz.”, ressaltou o cardeal.

Após a celebração aconteceu no salão de festas da comunidade um jantar, preparado com muita atenção e carinho. Todos os detalhes transbordavam a admiração do povo a tão dedicado sacerdote. Ainda no dia 27 de agosto, domingo seguinte, as comemorações não pararam com um delicioso almoço comunitário na Igreja Rainha da Paz. 

Após o aniversário, em uma conversa informal com a Pascom, Pe. Armando agradeceu todos que o desejaram felicidades e adiantou que a única coisa que podia dizer era que tudo foi maravilhoso.

 

Mais fotos:

Fotos da Santa Missa

Decoração da Festa e da Igreja para os 100 anos

Fotos da Recepção 22/08

Fotos do Almoço no dia 27/08 - Rainha da Paz

 

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Centenário de vida do Pe. Armando enche de alegria a Paróquia Santa Teresinha.

Passos lentos, aspecto tranquilo e sorriso que abraça todos que cruzam seu caminho. É assim a rotina do Pe. Armando atualmente. No olhar sereno para sua obra e seus frutos ele contempla a beleza de Deus em cada traço de sua vida. Soube aproveitar as oportunidades que o Pai colocou em suas mãos e transformar sua existência em um lugar de iluminação e apoio aos que precisam. Este mês completará seus cem anos e admirando sua trajetória destaca alguns fatos que marcaram o seu coração.

Seu nascimento foi em 22 de agosto de 1917, em San Marco La Catola,  província de Foggia na Itália. Um dos 10 filhos do casal Celestino e Angiolina. Das partes mais relevantes de sua infância destaca-se o privilégio de ser coroinha de São Pio de Pietrelcina. Sua juventude foi marcada pela Segunda Guerra Mundial, o que o fez ser ordenado sacerdote só aos 36 anos de idade.

Após o desastre do confronto sente o chamado de Deus e iniciou sua caminhada religiosa, em 1947. Depois disso, foi mandado a Milão, onde fez seus estudos junto a congregação dos “Servos da Caridade”, obra de São Luís Guanella. No dia 08 de dezembro de 1952 recebeu o diaconato. Foi ordenado no dia 19 de dezembro de 1953.

Desembarcou na América em 1954. Trabalhou no Paraguai por cinco anos, passou pelo Rio Grande do Sul. Foi para São Paulo e em 1983 chegou a Brasília, após uma curta missão no Mato Grosso, voltou a capital onde está até hoje.

Quando esteve com São João Paulo II disse: “Santidade, o senhor permite que eu leve essa bênção aos brasileiros?”. Ele respondeu: “Sim, padre Armando, leve esta benção a quem tu quiseres, e diz aos brasileiros que eu amo o Brasil!”.

 

Para resumir sua vida ele mesmo diz: “Estarei nesse trabalho até quando Deus quiser, porque dei a minha vida à Cristo e até o meu último momento e respiração estarei aqui”.

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Quarta, 09 Novembro 2016 17:35

Nossa Senhora da Consolação

O título de Nossa Senhora da Consolação é muito antigo, pois começou a ser usado no tempo dos apóstolos, pelo seguinte motivo: depois da subida de nosso divino Salvador para o céu, quarenta dias depois de sua gloriosa Ressurreição, Maria Santíssima foi para os apóstolos uma verdadeira Mãe; se já desde a morte de seu Divino Filho os amparava e confortava, depois ainda mais solícita se tornou, consolando-os e encorajando-os na árdua missão de levar a fé ao mundo pagão daquele tempo.

E tal era a veneração que lhe tributavam os apóstolos e discípulos, que lhe deram o título de Nossa Senhora Consoladora ou da Consolação. Virgem Maria nos consola obtendo para nós todas as graças necessárias pra realizar uma vida nova e reavivar a nossa Fé.

 

 

Pe. Armando Brédice

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Louvor a Deus!
 
Temos a alegria de convidar toda a comunidade para festejarmos os 99 anos do querido Pe. Armando Brédice. Será na próxima segunda-feira, 22 de agosto, missa às 19h na Paróquia Santa Teresinha e logo após o aniversariante receberá a todos no Salão São Luís Guanella. Participe e convide os membros de sua pastoral e movimento.
 
Obrigado
 
Att,
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Terça, 16 Agosto 2016 14:44

Nossa Senhora da Divina Providência

            O título Nossa Senhora da Divina Providência não é novo, pois já era usado em vários santuários da Itália desde o século XII, tendo sempre por objeto quadros e afrescos representando a Virgem Santíssima com o Menino nos braços. Mas só em 1732 se inicia o movimento religioso oficialmente reconhecido pela Santa Sé, o qual se espalhou em todo o mundo, atraindo multidões.

            Um contratempo deu ocasião à inauguração do quadro celebre exposto à veneração pública em Roma: em 1659 o papa Alexandre VII, da família Chigi, resolveu engrandecer a Praça Colonna e quando os clérigos de são Paulo entregaram seu convento aos demolidores, cortaram uma parte da parede na qual um artista desconhecido pintara uma imagem de Maria, milagrosa, para levá-la consigo. Mas, quando se tratou de colocá-la no lugar que lhe destinaram, o precioso afresco caiu e fez-se em mil pedaços. O arquiteto, sentindo vivamente a perda do afresco, quis indenizar os religiosos, e a grande custo adquiriu um quadro da Virgem, obra-prima de Scipione Pulzone. A pintura, que tem 54 cm de altura por 42 de largura, foi colocada no altar do oratório situado no primeiro andar do convento de São Carlos, por ser o local em que os religiosos se reuniram para os exercícios de piedade.

            Descrição da imagem (pintura) que representa Nossa Senhora da Divina Providência: a Virgem Maria está revestida de uma túnica purpúrea e de um manto azul; um véu transparente lhe cobre a cabeça, recaindo elegantemente sobre os ombros; ela aperta amorosamente ao seio virginal a criança que segura nos braços e dirige suave olhar para o rosto adorável do mais belo dentre os filhos dos homens. O Menino não tem auréola, o que indica, na opinião de um cônego distinto, que ele, além de ser Filho de Deus, representa também os filhos dos homens. A mãozinha de Jesus, agarrada à mão da Virgem, indica a confiança, o abandono, a fé inquebrantável com que o coração humano deve, na hora do perigo, recorrer àquela que é o Refúgio dos atribulados.

            Um dia, revolvendo com a alma cheia de amor os papéis do arquivo, descobriu o jovem Pe. Januário Maffetti um manuscrito da lavra do Pe. Palma, o qual conseguira, à custa de mil angústias, edificar o convento e a igreja de São Carlos. A cada página o Pe. Palma proclamava que Maria fora sua única Providência.  A relação jazia, havia mais de um século, oculta no fundo da biblioteca. Movido por celestial inspiração, o jovem religiosos mandou tirar uma cópia do quadro original e, não achando na igreja um lugar apropriado para a pintura, suspendeu-a no corredor entre a igreja e o convento. Abaixo do quadro colocou a seguinte inscrição, ditada por seu amor: “Mater Divinae Providentiae”. Era o dia 13 de julho de 1732, sexto domingo depois de Pentecostes.

            Desde então cresceu e se expandiu por toda a parte, autorizada pelos sumos pontífices, a devoção a Nossa Senhora da Divina Providência, a qual começou a ser divulgada no Brasil com a chegada dos padres barnabitas, em agosto de 1903.

Nossa Senhora da Divina Providência, rogai por nós!         

 

Pe. Armando

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Segunda, 02 Maio 2016 14:49

Nossa Senhora Achiropita - Padre Armando

            Conta-se que no ano de 590, em Rossano (Calábria, Itália), o eremita santo Efrém obteve de Maurício, imperador de Constantinopla, a permissão de transformar a gruta em que ele habitava em um templo dedicado a Nossa Senhora. A gruta do eremita ficou encerrada entre os muros da nova igreja.

            O governador Filípico, cunhado de Maurício, determinou que se pintasse a imagem de Nossa Senhora no fundo da gruta, tendo sido escolhidos hábeis artistas de Bizâncio para esse fim; mas o que era pintado pelos artistas durante o dia desaparecia misteriosamente à noite. Filípico, desconfiado e aborrecido com o contratempo, ordenou que a gruta fosse vigiada.

            Estava o guarda em seu posto durante a noite, quando viu surgir repentinamente uma senhora de rara beleza, toda resplandecente e vestida de seda alvíssima, a qual lhe pediu que se retirasse.

            Na manhã seguinte, informado do extraordinário fato, Filípico dirigiu-se com outras pessoas à gruta, na qual verificaram todos, com grande admiração, estar a imagem de Maria magnificamente pintada no lugar em que os artistas desejavam pintá-la. A Virgem, em sua incomensurável condescendência, havia pintado seu próprio retrato. Eis por que a imagem tão cara aos corações dos fiéis devotos de Nossa Senhora foi denominada Achiropita, isto é, do grego “não pintada por mão humana”.

            Emigrantes calabreses, vindos para São Paulo, trouxeram uma cópia fiel desta imagem, e os padres missionários da Divina Providência (Obra de D. Orione) lhe dedicaram sua igreja, construída com auxílio de muitos italianos na  rua 13 de maio - SP.

Nossa Senhora Achiropita rogai por nós!

 

Pe. Armando

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Terça, 08 Março 2016 15:22

Nossa Senhora das Neves

No começo do século IV vivia em Roma um ilustre descendente das famílias consulares, o qual, por não ter filhos, tinha resolvido, de combinação com a mulher, consagrar sua grande fortuna à glória de Deus.

Estando ambos preocupados com este projeto, a Santíssima Virgem lhe deu a entender que desejava ser herdeira. “Edificar-me-eis, lhes disse ela, uma basílica na colina de Roma que amanhã estiver coberta de neve.” Era noite de 4 para 5 de agosto (do ano 352), época em que são excessivos os calores na Itália. No dia seguinte, o Esquelino estava coberto de neve! A cidade inteira acode ao lugar do milagre. O papa Libério, acompanhado de todo o clero, e a igreja é edificada à custa dos piedosos cônjuges, recebendo o nome de Nossa Senhora das Neves, nome venerável, que ainda hoje conserva.

Em memória do papa Libério, que a consagrou no ano seguinte, chamam-na também basílica liberiana. A esses dois primeiros nomes juntaram-se outros não menos honrosos: Santa Maria do Presépio, por causa do presépio do Salvador, que ali se venera, e Santa Maria Maior, porque é a mais importante das igrejas de Roma dedicadas à Rainha dos céus.

Nossa Senhora das Neves rogai por nós!

 

Pe. Armando

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Segunda, 04 Maio 2015 15:56

Nossa Senhora da Guarda - Pe, Armando

Em Marselha, França, em 1214, um sacerdote erigiu no morro da Guarda uma capela em honra de Nossa Senhora. A Virgem adquiria um novo título. O culto desenvolveu-se rapidamente. Em 1477, estando a primitiva capela em ruínas, iniciaram a construção de outra capela que existiu até o século XIX. A imagem mais antiga que era venerada na antiga capela tinha o nome de Nossa Senhora Morena, por ser de cor escura. Esta imagem e outra, venerada como “A Virgem do Ostensório”, desapareceu na revolução de 1794.

Após a Revolução, a antiga capela foi reaberta em 1807. A nova imagem foi levada em solene procissão do convento de Picpus até o morro da Guarda. Todos os devotos acompanharam o cortejo com os pés descalços.

Este local mariano, que é motivo de santo orgulho para os marselheses, em 1837, foi entregue à cura dos padres oblatos, que construíram a grande basílica em estilo romano-bizantino, consagrada em 1864. Sobre a torre da basílica uma enorme estátua da Virgem guarda o porto e a cidade de Marselha. Cerca de um milhão e meio de peregrinos visitam anualmente a citada igreja. Muitas visitas de navegantes podem ser constatadas pelas miniaturas de navios e barcos oferecidos à Virgem com um pedido de proteção.

Até o século XVIII, os navios que regressavam à França, assim como todos os que estavam no porto, costumavam saudar Nossa Senhora com um tiro de canhão, enquanto os marinheiros se ajoelhavam no convés em oração.

Elevado em cima de uma rocha, o santuário sobressai-se na belíssima paisagem da baía de Marselha. Do alto, Nossa Senhora contempla seus filhos aguardando a visita dos citadinos, turistas e peregrinos que confiam na intercessão da Santa Mãe de Deus.

Nossa Senhora da Guarda rogai por nós!

Pe. Armando

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Domingo, 16 Novembro 2014 22:00

Nossa Senhora do Rocio

No fim do século XVII já existia a devoção a Nossa Senhora do Rocio (antes de 1686 não se encontra, na história do Paraná, referência alguma a esta devoção). Pela tradição sabe-se apenas da existência, no Rocio, de um índio ou africano pescador, conhecido por Pai Berê, cuja choupana ficava justamente no local onde hoje é o santuário.

Certo dia esse homem, ao lançar a rede ao mar, colheu uma imagem que reconheceu ser de Nossa Senhora, e, levando-a para casa, instituiu terços em sua honra na primeira quinzena de novembro, provavelmente para recordar a época do achado.

Com aqueles tempos eram de fervorosa fé, os vizinhos acorreram desde logo aos terços do Pai Berê, e, dentro em pouco, espalhada a fama dos milagres obtidos por intercessão de Nossa Senhora, representada naquela imagem, a devoção começou a ser praticada também pela gente da vila, que abalava pela estrada arenosa até a cabana do pescador, para assistir aos terços ou cumprir promessas.

Não tardaram os devotos da vila a pretender a posse exclusiva da imagem, tomando-a ao Pai Berê, para coloca-la em altar mais apropriado, na Matriz. Mas, diz a lenda, tantas vezes foi à imagem processionalmente conduzida para a vila quantas as que se evadiu, sem intervenção humana, amanhecendo em seu lugar, no humilde oratório, até que, convencidos da impossibilidade de a deterem na igreja paroquial, resolveram construir uma capela no Rocio.

A capela foi começada antes de 1797; mas, pela escassez dos recursos, só foi terminada em 1813, quando a benzeu solenemente, em novembro desse ano, o Revmo. Pe. Manuel de são Tomé, celebrando-se então a primeira Festa em templo próprio e com aparato nunca visto.

Em maio de 1924 foi concluído o atual santuário, continuando a devoção a Nossa Senhora do Rocio a ser o alento e a esperança das gerações paranaguenses.

À imagem achada por Pai Berê deram o nome de Nossa Senhora do Rocio, porque assim se chamava o lugar onde ele morava. Esse lugar é hoje um pitoresco arrabalde de Paranaguá, estado do Paraná, Brasil.
 
Pe. Armando
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Terça, 07 Outubro 2014 21:00

Nossa Senhora da Vitória

O título Nossa Senhora da Vitória foi dado a Maria pelo Papa Pio V, depois da vitória de Lepanto (7de outubro de 1571), por estar firmemente persuadido de que essa vitória fora obtida por uma particular proteção da Santíssima Virgem Maria. Para combater os muçulmanos, que ameaçavam o norte da Europa, pretendendo submetê-la pelas armas e aniquilar o nome cristão, fazem-se de vela para o Oriente os bravos cristãos que atenderam ao grito de alarme do Sumo Pontífice, e este, qual outro Moisés, não cessa de levantar as mãos para o céu, dirigindo a Deus e à Virgem Maria as mais fervorosas orações pela vitória dos cristãos.

Os turcos se precipitam com fúria sobre a frota cristã, e em princípio parecem ganhar algumas vantagens; mas ao canto do “Expurgat Deus”, salmos das santas batalhas, os soldados da cruz afrontam a morte e zombam dela, combatendo como denodados heróis, e dentro em pouco começa a melhorar sua situação, até que, depois de 12 horas de um combate encarniçado, os infiéis muçulmanos são completamente derrotados, perdendo mais de 30 mil homens, 200 navios e quase  todo o material de sua esquadra.

Os cristãos vencedores colhem um despojo imenso, e o que vale muito mais, põem em liberdade 25 mil escravos cristãos que estavam encerrados nos porões dos navios infiéis (7 de outubro de 1571). Em Roma, o Papa Pio V teve revelação da vitória no momento em que era alcançada: estava na sala do consistório, com os cardeais, quando de repente se levanta, abre a janela, olha o céu e diz: “Deixemos os negócios: vamos dar graças a Deus pela vitória que acaba de conceder ao exército cristão”.

Esse fato extraordinário foi atestado da maneira mais autêntica, e é relatado como incontestável no processo da canonização do santo Papa. Para conservar a memória dessa vitória, Pio V inseriu, na ladainha de Nossa Senhora, a invocação “Auxilium Christianorum, ora pro nobis”, e instituiu a festa de Nossa Senhora da Vitória, dando assim um novo título à exelsa Mãe de Deus.

Em 1573, Papa Gregório XIII mudou o título da comemoração para "Festa do Santo Rosário" e esta festa foi estendida pelo Papa Clemente XII à Igreja Universal. Após as reformas do Concílio Vaticano Segundo, a festa foi renomeada para Nossa Senhora do Rosário. A festa tem a classificação litúrgica de memória universal e é comemorada dia 7 de outubro, aniversário da batalha, que a Virgem Maria nos de Vitória sobre todos os inimigos que hoje também tentam destruir a humanidade; Rogamos Virgem da Vitória, rogai por nós.

Pe. Armando
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