×

Aviso

JUser: :_load: Não foi possível carregar usuário com ID: 601
Quarta, 07 Outubro 2020 22:03

Nossa Senhora do Rosário

Esta festa foi instituída pelo Papa Pio V, em 1571, quando celebrou-se a vitória dos cristãos na batalha naval de Lepanto. Nessa batalha, os cristãos católicos, em meio à recitação do Rosário, resistiram aos ataques dos turcos otomanos, vencendo-os em combate. A celebração de hoje convida-nos à meditação dos Mistérios de Cristo, os quais nos guiam à Encarnação, Paixão, Morte e Ressurreição do Filho de Deus. A origem do Rosário é muito antiga, pois conta-se que os monges anacoretas usavam pedrinhas para contar o número das orações vocais. Dessa forma, nos conventos medievais, os irmãos leigos dispensados da recitação do Saltério (pela pouca familiaridade com o latim), completavam suas práticas de piedade com a recitação de Pai-Nosso e, para a contagem, o Doutor da Igreja São Beda, o Venerável (séc. VII-VIII), havia sugerido a adoção de vários grãos enfiados em um barbante. Na história, também encontramos Maria que apareceu a São Domingos e indicou-lhe o Rosário como potente arma para a conversão: “Quero que saiba que, a principal peça de combate tem sido sempre o Saltério Angélico (Rosário) que é a pedra fundamental do Novo Testamento. Assim quero que alcances estas almas endurecidas e as conquiste para Deus, com a oração do meu Saltério”. Essa devoção, propagada principalmente pelos filhos de São Domingos, recebe da Igreja a melhor aprovação e foi enriquecida por muitas indulgências. Essa grinalda de 200 rosas – por isso, Rosário – é rezado praticamente em todas as línguas. E o saudoso Papa João Paulo II e tantos outros Papas que o precederam recomendaram esta singela e poderosa oração, com a qual, por intercessão da Virgem Maria, alcançamos muitas graças de Jesus, como nos ensina a própria Virgem Santíssima em todas as suas aparições. Nossa Senhora do Rosário, rogai por nós! Fonte: Canção Nova 
Publicado Publicado em Artigos

Terça, 15 Setembro 2020 12:07

As 7 Dores de Nossa Senhora

Nós, filhos de Deus, temos uma Mãe que sofreu por nós e quer nos acompanhar por toda nossa vida. Ela quer nos ensinar que, em meio à dor, podemos conservar a fé e a confiança nas promessas do seu Filho Jesus. Revistamo-nos de respeito e devoção, meditando as sete dores da Virgem Maria. Contemplando cada dor, podemos rezar: 1 Pai-Nosso e 7 Ave-Marias em cada dor contemplada.   As sete dores de Nossa Senhora são: 1. A profecia de Simeão sobre Jesus (Lucas 2,34-35); 2. A fuga da Sagrada Família para o Egito (Mateus 2,13-21); 3. O desaparecimento do Menino Jesus durante três dias (Lucas 2,41-51); 4. O encontro de Maria e Jesus a caminho do Calvário (Lucas 23,27-31); 5. O sofrimento e morte de Jesus na Cruz (João 19,25-27); 6. Maria recebe o corpo do filho tirado da cruz (Mateus 27,55-61); 7. O sepultamento do corpo do filho no Santo Sepulcro (Lucas 23,55-56).   Mãe de todos os homens, ensina-nos a dizer, Amém!   Luzia Santiago
Publicado Publicado em Artigos

Terça, 15 Setembro 2020 11:10

Nossa Senhora das Dores

“Quero ficar junto à cruz, velar contigo a Jesus e o teu pranto enxugar!” Assim, a Igreja reza a Maria neste dia, pois celebramos sua compaixão, piedade; suas sete dores cujo ponto mais alto se deu no momento da crucificação de Jesus. Esta devoção deve-se muito à missão dos Servitas – religiosos da Companhia de Maria Dolorosa – e sua entrada na Liturgia aconteceu pelo Papa Bento XIII. A devoção a Nossa Senhora das Dores possui fundamentos bíblicos, pois é na Palavra de Deus que encontramos as sete dores de Maria: o velho Simeão, que profetiza a lança que transpassaria (de dor) o seu Coração Imaculado; a fuga para o Egito; a perda do Menino Jesus; a Paixão do Senhor; crucificação , morte e sepultura de Jesus Cristo. Nós, como Igreja, não recordamos as dores de Nossa Senhora somente pelo sofrimento em si, mas sim, porque também, pelas dores oferecidas, a Santíssima Virgem participou ativamente da Redenção de Cristo. Desta forma, Maria, imagem da Igreja, está nos apontando para uma Nova Vida, que não significa ausência de sofrimentos, mas sim, oblação de si para uma civilização do Amor. Nossa Senhora das Dores, rogai por nós!
Publicado Publicado em Artigos

Terça, 08 Setembro 2020 19:50

Natividade de Nossa Senhora

A alegria na Natividade de Maria A Santíssima Virgem Maria nasce destinada a ser a Mãe de Deus, do Senhor Jesus Cristo, o Salvador da humanidade, e isso é causa de alegria para todos nós. Devemos nos alegrar, primeiramente, pela dignidade de Nossa Senhora ter sido escolhida para ser a Mãe do Verbo eterno de Deus, porque, em vista dessa maternidade divina, Maria foi enriquecida de tamanha graça, que excede a de todos os anjos e santos juntos. Somos convidados a nos alegrar também por nós mesmos, pois, ao mesmo tempo em que a Virgem de Nazaré foi escolhida para ser Mãe do Redentor, foi também destinada a ser Medianeira de todo gênero humano e dispensadora de todas as graças e bênçãos dos Céus. A Natividade da Virgem Maria é um convite à alegria Nós nos alegramos também, porque, em Maria, temos uma Mãe que nos acompanha em nosso caminho espiritual. Antes do nascimento da Virgem de Nazaré, o mundo jazia nas trevas do pecado e da morte, mas, com o nascimento de Maria, despontou a aurora e uma grande luz já apareceu no horizonte da salvação da humanidade. Da menina que nasce, diz o livro do Cântico dos Cânticos: “Quem é esta que surge como a aurora, bela como a lua, brilhante como o sol, temível como um exército em ordem de batalha?”. De mesma forma que nos alegramos com o despontar da aurora, porque ela antecipa a luz do sol, alegramo-nos com a celebração do nascimento de Maria, pois ela é a precursora do Sol da justiça, que é Jesus Cristo. A Natividade de Nossa Senhora anunciou a alegria ao mundo inteiro, pois dela nasceu o Salvador dos homens, que nos deu a vida eterna. Com o nascimento de Maria nasceu o nosso remédio, a nossa consolação e a nossa salvação, pois, por intermédio dela, recebemos o Salvador Jesus Cristo. A escolhida A Santíssima Virgem foi escolhida para ser Mãe do Verbo Eterno, por isso, “Deus a enriqueceu de tamanha graça que, desde a sua Imaculada Conceição, a sua santidade excedia a de todos os santos e anjos juntos. Ela recebeu a graça de uma ordem superior, proporcionada à dignidade de Mãe de Deus”. Esta Virgem puríssima, desde a sua infância, soube de tal modo cativar o Coração de Deus que Ele nada lhe recusa. Isso se dá, porque, “ao mesmo tempo que Maria foi destinada a ser Mãe de nosso Redentor, foi destinada também para ser Medianeira entre Deus e nós, pecadores”. Nossa Senhora cuida, com amor de Mãe, de cada um de nós, os irmãos de seu Filho, que entre perigos e angústias, ainda caminham em peregrinação aqui na Terra, até chegarem à sua pátria definitiva, no Reino dos Céus. Por sua solicitude materna com cada um dos seus filhos, “a Virgem é invocada na Igreja com os títulos de advogada, auxiliadora, socorro, medianeira”. O que o nascimento de Maria representa? No nascimento da Virgem Maria cumpre-se, verdadeiramente, a eterna eleição divina sobre a humanidade. Na Natividade da pobre Menina de Nazaré, verifica-se o amor particular com que o Senhor circundou as portas de Sião: “O Senhor ama a cidade que fundou nos montes santos; ele prefere as portas de Sião às tendas de Jacó”. O Senhor elegeu e descendência de Davi e o Povo de Israel, para que, por meio dessa descendência e deste povo se cumprisse o desígnio universal da salvação, pela vinda do Filho de Deus ao mundo, como Primogênito de muitos irmãos. “O nascimento de Cristo em Belém é o início do renascimento do homem por meio da graça sobrenatural. O nascimento de Maria é a preparação para este início da nova criação, no plano da salvação divina”. Assim, a festa da Natividade de Nossa Senhora é um convite à alegria pela chegada da aurora da salvação e à recordação do dom gratuito que Deus concede a cada um de nós, como fez com a Virgem Maria. “A profunda consciência que Maria tem da gratuidade do dom de Deus torna-se para nós o estímulo para rever a nossa vida, demasiado confiante nos meios humanos e pouco propensa à contemplação e à oração”. O nascimento da Virgem Imaculada é um convite ao renascimento espiritual e à conversão. Por fim, a Natividade de Maria é um convite para crescer na fé, tendo sempre como modelo e auxílio a Mãe de Deus, que foi Bem-aventurada, porque acreditou nas promessas do Senhor. Nossa Senhora da Natividade, rogai por nós! Natalino Ueda Fonte: formacao.cancaonova.com/nossa-senhora/devocao-nossa-senhora/a-alegria-na-natividade-de-maria/
Publicado Publicado em Notícias

Sábado, 22 Agosto 2020 13:33

Nossa Senhora Rainha

Instituída pelo Papa Pio XII, celebramos hoje a Memória de Nossa Senhora Rainha, que visa louvar o Filho, pois já dizia o Cardeal Suenens: “Toda devoção a Maria termina em Jesus, tal como o rio que se lança ao mar”. Paralela ao reconhecimento do Cristo Rei encontramos a realeza da Virgem a qual foi assunta ao Céu. Mãe da Cabeça, dos membros do Corpo místico e Mãe da Igreja; Nossa Senhora é aquela que do Céu reina sobre as almas cristãs, a fim de que haja a salvação: “É impossível que se perca quem se dirige com confiança a Maria e a quem Ela acolher” (Santo Anselmo). Nossa Senhora Rainha, desde a Encarnação do Filho de Deus, buscou participar dos Mistérios de sua vida como discípula, porém sem nunca renunciar sua maternidade divina, por isso o evangelista São Lucas a identifica entre os primeiros cristãos: “Maria, a mãe de Jesus” (Atos 1,14). Diante desta doce realidade de se ter uma Rainha no Céu que influencia a Terra, podemos com toda a Igreja saudá-la: “Salve Rainha” e repetir com o Papa Pio XII que instituiu e escreveu a Carta Encíclica Ad Caeli Reginam (à Rainha do Céu): “A Jesus por Maria. Não há outro caminho”. Nossa Senhora Rainha, rogai por nós!
Publicado Publicado em Notícias

Domingo, 24 Mai 2020 14:01

Nossa Senhora Auxiliadora

Este título: ‘Auxiliadora dos cristãos’, foi introduzido na Ladainha de Nossa Senhora pelo Papa São Pio V, após a vitória dos cristãos obtida em Lepanto, vitória essa, conseguida graças ao auxílio de Deus e de Nossa Senhora. No início do século XIX, o Papa Pio VII estabeleceu a Festa de Maria Auxiliadora no dia 24 de maio, como gratidão por ter sido libertado da injusta opressão em que se achava, ou seja, prisioneiro de Napoleão na França. Esta festa se comemora hoje em muitas igrejas particulares e Institutos religiosos, principalmente na Sociedade de São Francisco de Sales, fundada por São João Bosco. Dom Bosco difundia a devoção a Maria Auxiliadora, em uma perspectiva eclesial e missionária. Realmente, a Igreja sempre experimentou o auxílio eficaz da Mãe de Deus nas perseguições excitadas pelos inimigos da fé cristã. No ano de 1862, as aparições de Maria Auxiliadora na cidade de Spoleto marcam um despertar mariano na piedade popular italiana. Nesse mesmo ano, Dom Bosco iniciou a construção, em Turim, de uma grande Basílica, que foi dedicada a Nossa Senhora, Auxílio dos Cristãos. Até então não se percebe em Dom Bosco uma atenção especial por esse título. ‘Nossa Senhora deseja que a veneremos com o título de AUXILIADORA: vivemos em tempos difíceis e necessitamos que a Santíssima Virgem nos ajude a conservar e defender a fé cristã‘, disse Dom Bosco . A partir dessa data, Dom Bosco, que desde pequeno aprendeu com Mamãe Margarida, sua mãe, a ter grande confiança em Nossa Senhora, ao falar da Mãe de Deus, lhe unirá sempre o título ‘Auxiliadora dos Cristãos‘. Para perpetuar o seu amor e a sua gratidão para com Nossa Senhora e para que ficasse conhecido por todos e para sempre que foi ‘Ela (Maria) quem tudo fez’, quis Dom Bosco que as Filhas de Maria Auxiliadora, congregação por ele fundada juntamente com Santa Maria Domingas Mazzarello, fossem um monumento vivo dessa sua gratidão. A devoção a Nossa Senhora Auxiliadora foi crescendo cada vez mais e mais. O Papa Pio IX, fundou no Santuário de Turim (Itália), dia 5 de abril de 1870, uma Arquiconfraria, enriquecendo-a de muitas indulgências e de favores espirituais. No dia 17 de maio de 1903, por decreto do Papa Leão XIII, foi solenemente coroada a imagem de Maria Auxiliadora, que se venera no Santuário de Turim. Dom Bosco ensinou aos membros da família Salesiana a amarem Nossa Senhora, invocando-a com o título de AUXILIADORA. Ficou tão conhecido o amor do Santo pela Virgem Auxiliadora a ponto de Ela ser conhecida também como a ‘Virgem de Dom Bosco’. Dos escritos de São João Bosco, retiramos algumas passagens para ilustrar o seu amor por Maria Santíssima: ‘Recomendai constantemente a devoção a Nossa Senhora Auxiliadora e a Jesus Sacramentado‘. ‘A festa de Maria Auxiliadora deve ser o prelúdio da festa eterna que deveremos celebrar todos juntos um dia no Paraíso‘. ‘Sê devoto de Maria Santíssima e serás certamente feliz‘. ‘Diante de Deus declaro: basta que um jovem entre numa casa salesiana para que a Virgem Santíssima o tome imediatamente debaixo de sua especial proteção‘.
Publicado Publicado em Artigos

Segunda, 07 Mai 2018 16:20

Maria Silenciou e Deixou Deus Agir

Por: Pe. Valdemar Alves Pereira    Estimados leitores! Estamos no mês de maio, mês mariano. Queremos nesse mês caminhar com aquela, que renunciou a tudo, inclusive ao direito de falar, por causa da obediência a vontade de Deus, alguém que teve que renunciar a si mesma, aos seus projetos, sem poder fazer qualquer tipo explicação ou defesa pessoal. Foi duro o silêncio de Maria. Ter algo a dizer e não poder fazê-lo, não porque não houvesse o que dizer, mas porque jamais seria compreendida, isso dói! Por mais santo que José fosse, era noivo. Como iria compreender que a mulher com quem prometera se casar estava grávida, mas não houvera traição? E Maria não disse nada. Rezou e esperou. Não foi um silêncio fácil, nem para ela e nem para José. Agora, de longe, parece tudo muito santo e muito bonito. Lá, naqueles dias, foi um tormento doloroso para os dois. Para ele, porque tudo apontava para a infidelidade, por mais que amasse Maria e quisesse crer na pureza dela. Para ela, porque, mais que explicasse, não se faria compreendida. Os evangelhos deixam isso muito claro. Ninguém de nós compreende aquele silêncio, a não ser que passe pela experiência de ter que ficar quieto, porque o falar implicaria em maior sofrimento para nós e para os outros. É duro o silêncio de quem não pode falar, nem mesmo para explicar. Milhões de pessoas tiveram que ficar quietas ao ponto do martírio. Muitos conhecem a tortura do silêncio. É assim o silêncio dos psicólogos, de leigos envolvidos com casos delicados de droga ou desvios graves de comportamento; é assim o silêncio de padres, religiosos e religiosas. Não sabe o que é o martírio aquele que não teve que engolir em seco sua verdade. Uma palavra a defenderia, mas ela não pôde ser dita. E se dita nem as pessoas mais próximas nem os amigos a compreenderia O difamado ou caluniado dificilmente tem defesa. Por mais inocente que seja, não há o que dizer, nem adianta dizer, porque onde foi o boato, não vai o fato. Maria fez o certo. Calou-se e deixou tudo nas mãos de Deus. “Seja como Deus quiser!” E não disse mais nada! Quando tivermos que guardar algum enorme silêncio, porque dizer faria bem a nós, mas faria mal a outros, guardemos silêncio. O Deus que pôs a luz no ventre de Maria, também a pôs na cabeça de José. É rezar, pedir luzes e assumir a cruz. Afinal, nenhuma palavra faz sentido sem o silêncio que a acompanha. Nós, cristãos, deveríamos entender este mistério. Deus é comunicação, mas o que Ele mais faz é silêncio. E todos os que disseram alguma coisa de útil em nome d’Ele, precisaram primeiro entender este silêncio. Tudo que é definitivo nasce do silêncio, o silêncio é o novo nome de Deus. Essa palavra resume a vida, a história e o sim de Maria, que foi fiel na fé, na perseverança e no amor. Que Deus nos abençoe, pela intercessão da Virgem Maria. Amém    Fonte:  Larrañaga Inaci, O silêncio de Maria, nona edição, Ed. Paulinas, Piracicaba, SP.  1977. Os. 90-114.  
Publicado Publicado em Artigos

A participação de Nossa Senhora em Pentecostes Por: Henrique Cavalheiro Dois assuntos pertinentes para o mês de maio, Maria e o Espírito Santo. O mês das flores, como é chamado pelo pai fundador, São Luís Guanella, lembra a Santíssima Virgem que representa todas as mães do mundo. Um mês inteiro para que os católicos aprofundem sua intimidade com a Santa Mãe de Deus. Também se recorda a festa de Pentecostes e a vinda do Espírito Santo no cenáculo. Por isso, é interessante comentar a relação de Nossa Senhora com o Paráclito. Desde a encarnação do Verbo em Maria, foi o Espírito Santo que a cumulou de graças e assim gerou o Filho de Deus em seu seio virginal. “O Anjo lhe disse: O Espírito Santo virá sobre ti e o poder do Altíssimo vai te cobrir com sua sombra” (Lc 1,35). Vejam quanta intimidade possui a Santíssima Virgem com o Espírito Consolador. Quando o Espírito de Deus inunda o ser de alguém, ele transmite seus dons, que são: entendimento, sabedoria, ciência, conselho, fortaleza, piedade e o temor de Deus. Estes dons são hábitos inseridos na alma para a dispor a perceber com mais facilidade as ações do próprio Espírito. Em toda sua vida, Maria Santíssima, transpirou estes dons.  Tudo que a Igreja faz e diz é pedindo a inspiração do Espírito, sem Ele a humanidade nada faz de bom. Na prática das santas virtudes Maria se aproximou e se entregou a Ele. Deixou acesso livre para que fizesse com Ela a vontade do Pai, renunciou suas escolhas e silenciosa se abandonou nos impulsos do Espírito.  “Chegando o dia de Pentecostes, estavam todos reunidos no mesmo lugar.” (At.2, 1-4). Vejam que beleza, a Santíssima Virgem estava com os discípulos em oração, nada mais justo, que Ela que tanto confiou e esperou também estivesse presente no momento do derramamento do Paráclito. Uma súplica comunitária, uma unidade que transbordou o amor do Pai. Recolhidos em prece, quase num retiro, atentos aos silêncios de Deus. No amor da Mãe, com a fé convicta em Jesus e com a força do Espírito Santo, os apóstolos estavam prontos para a missão de evangelizar. Portanto, se a humanidade pretende ter uma comunhão maior com o Espírito Santo, seguramente, é se aproximando de Nossa Senhora, a esposa do Consolador, que terá um valioso êxito. Mas como Nossa Senhora, ao receber o Espírito Santo, é preciso se colocar a serviço do próximo, não dá para esperar, o mundo precisa dos frutos deste divino encontro.   
Publicado Publicado em Artigos

Quarta, 09 Novembro 2016 17:35

Nossa Senhora da Consolação

O título de Nossa Senhora da Consolação é muito antigo, pois começou a ser usado no tempo dos apóstolos, pelo seguinte motivo: depois da subida de nosso divino Salvador para o céu, quarenta dias depois de sua gloriosa Ressurreição, Maria Santíssima foi para os apóstolos uma verdadeira Mãe; se já desde a morte de seu Divino Filho os amparava e confortava, depois ainda mais solícita se tornou, consolando-os e encorajando-os na árdua missão de levar a fé ao mundo pagão daquele tempo. E tal era a veneração que lhe tributavam os apóstolos e discípulos, que lhe deram o título de Nossa Senhora Consoladora ou da Consolação. Virgem Maria nos consola obtendo para nós todas as graças necessárias pra realizar uma vida nova e reavivar a nossa Fé.     Pe. Armando Brédice
Publicado Publicado em Artigos

Quinta, 16 Junho 2016 15:12

Coroação de Nossa Senhora

    A Virgem Maria, nossa mãe e rainha de nossa comunidade foi homenageada no dia 22 de maio em dois lindos momentos, um após a missa das 09h e outro após a missa das 18h. Aproximadamente 70 crianças da catequese coroaram solenemente a imagem de Maria Santíssima.    Mais fotos em: https://www.facebook.com/santateresinhacruzeiro/photos/?tab=album&album_id=732050483604169
Publicado Publicado em Fotos

Página 1 de 2