Quarta, 09 Novembro 2016 17:35

Nossa Senhora da Consolação

O título de Nossa Senhora da Consolação é muito antigo, pois começou a ser usado no tempo dos apóstolos, pelo seguinte motivo: depois da subida de nosso divino Salvador para o céu, quarenta dias depois de sua gloriosa Ressurreição, Maria Santíssima foi para os apóstolos uma verdadeira Mãe; se já desde a morte de seu Divino Filho os amparava e confortava, depois ainda mais solícita se tornou, consolando-os e encorajando-os na árdua missão de levar a fé ao mundo pagão daquele tempo.

E tal era a veneração que lhe tributavam os apóstolos e discípulos, que lhe deram o título de Nossa Senhora Consoladora ou da Consolação. Virgem Maria nos consola obtendo para nós todas as graças necessárias pra realizar uma vida nova e reavivar a nossa Fé.

 

 

Pe. Armando Brédice

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Quinta, 16 Junho 2016 15:12

Coroação de Nossa Senhora

 

 

A Virgem Maria, nossa mãe e rainha de nossa comunidade foi homenageada no dia 22 de maio em dois lindos momentos, um após a missa das 09h e outro após a missa das 18h. Aproximadamente 70 crianças da catequese coroaram solenemente a imagem de Maria Santíssima. 

 

Mais fotos em: https://www.facebook.com/santateresinhacruzeiro/photos/?tab=album&album_id=732050483604169

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Dicas de leituras marianas:

"A Mulher do Apocalipse" - Prof. Felipe Aquino.

“Consagração a Nossa Senhora” - Dom Antonio Maria Alves.

"Glórias de Maria" - Santo Afonso Maria de Ligório.

“Imitação de Maria” – Autor desconhecido.

“Ladainha De Nossa Senhora - O Sentido De Cada Invocação” - Pe. Joãozinho, SCJ .

“Maria, Mãe dos Cristãos” - Padre Mário Bonatti.

“Maria, A Mulher do Gênesis ao Apocalipse” - Monsenhor Jonas Abib.

“O Segredo de Maria” - São Luis de Montfort.

"Salve, Santa Rainha" - Scott Hahn.

“Tratado da Verdadeira Devoção a Santíssima Virgem” - São Luís Maria Grignion de Montfort.

“9 Meses com Maria” - Padre Luiz Erlin.-- 

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Segunda, 02 Maio 2016 14:49

Nossa Senhora Achiropita - Padre Armando

            Conta-se que no ano de 590, em Rossano (Calábria, Itália), o eremita santo Efrém obteve de Maurício, imperador de Constantinopla, a permissão de transformar a gruta em que ele habitava em um templo dedicado a Nossa Senhora. A gruta do eremita ficou encerrada entre os muros da nova igreja.

            O governador Filípico, cunhado de Maurício, determinou que se pintasse a imagem de Nossa Senhora no fundo da gruta, tendo sido escolhidos hábeis artistas de Bizâncio para esse fim; mas o que era pintado pelos artistas durante o dia desaparecia misteriosamente à noite. Filípico, desconfiado e aborrecido com o contratempo, ordenou que a gruta fosse vigiada.

            Estava o guarda em seu posto durante a noite, quando viu surgir repentinamente uma senhora de rara beleza, toda resplandecente e vestida de seda alvíssima, a qual lhe pediu que se retirasse.

            Na manhã seguinte, informado do extraordinário fato, Filípico dirigiu-se com outras pessoas à gruta, na qual verificaram todos, com grande admiração, estar a imagem de Maria magnificamente pintada no lugar em que os artistas desejavam pintá-la. A Virgem, em sua incomensurável condescendência, havia pintado seu próprio retrato. Eis por que a imagem tão cara aos corações dos fiéis devotos de Nossa Senhora foi denominada Achiropita, isto é, do grego “não pintada por mão humana”.

            Emigrantes calabreses, vindos para São Paulo, trouxeram uma cópia fiel desta imagem, e os padres missionários da Divina Providência (Obra de D. Orione) lhe dedicaram sua igreja, construída com auxílio de muitos italianos na  rua 13 de maio - SP.

Nossa Senhora Achiropita rogai por nós!

 

Pe. Armando

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Segunda, 02 Maio 2016 14:44

Católicos e a devoção à Virgem Maria

"Deus pai juntou todas as águas e chamou-as mar; juntou todas as suas graças e chamou-as Maria" (São Luís Maria Grignion de Montfort).


 

É fácil encontrar questionamentos e informações erradas sobre a relação dos católicos e Maria Santíssima. A Igreja Católica dedica o mês de maio a Nossa Senhora. Por isso, a capa do informativo deste mês tratará de questões importantes sobre a devoção mariana, para que assim se possa aprimorar e aumentar o amor pela Mãe de Deus e dos homens.

Antes de tudo, é preciso reafirmar algo bastante claro: católicos não adoram Nossa Senhora. A Igreja ensina seus fiéis que a Latria (do grego "adorar") é devida somente a Deus.  A Dulia (do grego "honrar") é o culto de veneração devotado aos santos. Por Maria Santíssima ser a Mãe de Deus e mãe espiritual de toda a humanidade a ela é devida a Hiperdulia (do grego “alta veneração”). A latria está muito distante da dulia, assim como a dignidade do criador é muito maior do que a de qualquer criatura.

A devoção mariana iniciou-se com o cristianismo, basta lembrar das palavras do Anjo à jovem Maria: “Salve, ó cheia de graça, o Senhor está contigo!” (Lc 1, 28). Ou então, ao encontrar a prima Isabel, esta proclama: “Bendita és tu entre as mulheres! Bendito é o fruto do teu ventre! Donde me vem a honra de que venha a mim a mãe do meu Senhor? Pois logo que chegou aos meus ouvidos a tua saudação, o menino saltou de alegria no meu seio.” (Lc 1, 42-44). É evidente a profecia feita por Maria em seu canto Magnificat: "Desde agora, todas as gerações me proclamarão Bem-aventurada!" (Lc 1, 48). Inúmeras passagens bíblicas podem ser usadas para justificar e legitimar a prática de honra à Virgem Santíssima.

O fim único de qualquer prática mariana é Jesus, o único Senhor e Salvador. Este é o desejo de Maria, levar o mundo até seu Divino Filho. A verdadeira devoção mariana é cristocêntrica.

São Luís Maria Grignion de Montfort (1673-1716) escreveu o “Tratado da Verdadeira Devoção a Santíssima Virgem”. O livro fala da devoção a Nossa Senhora e da necessidade da consagração a Ela. O Tratado foi promulgado pelo Papa Pio IX em 12 de maio de 1853, em Roma. Através de um decreto, os escritos de São Luís foram declarados isentos de qualquer erro. Além disso, o Tratado apresenta um método simples e eficaz de consagração, de se entregar inteiramente à Maria. Para o santo, quanto mais conhecer Maria, mais conhecido será Jesus. Não pode, pois, haver receio de desagradar ao Filho, amando verdadeiramente sua Mãe. 

Existem diversas formas de honrar a Mãe de Jesus. Entre as mais conhecidas práticas exteriores estão: trazer as suas insígnias como o Rosário, o Terço, o escapulário ou a medalha milagrosa; rezar com modéstia, atenção e devoção o Rosário completo, o Terço, Ladainha de Nossa Senhora, o Ofício da Imaculada, ou outras orações em honra de Maria; cantar e incentivar os cânticos espirituais em sua honra; enfeitar os seus altares, coroar e embelezar as suas imagens; levar e incentivar as procissões com suas imagens; colocar imagens suas, ou o seu nome, nas igrejas e residências.

A palavra Rosário significa "Coroa de Rosas". Cada vez que se reza uma Ave-Maria, é entregue uma rosa à Maria e, no fim de um terço ou um rosário o fiel entrega seu ramalhete espiritual a essa Mãe tão terna e boa. Disse o papa emérito Bento XVI, no Santuário de Nossa Senhora de Fátima, em 12 de maio de 2010: “A oração do Terço permite-nos fixar o nosso olhar e o nosso coração em Jesus, como sua Mãe, modelo insuperável da contemplação do Filho”. A oração do Santo Rosário surgiu, aproximadamente, no ano 800 à sombra dos mosteiros. Dado que os monges rezavam os salmos (150), os leigos, que em sua maioria não sabiam ler, aprenderam a rezar 150 Pai Nossos. Com o passar do tempo, se formaram outros três saltérios com 150 Ave Marias, 150 louvores em honra a Jesus e 150 louvores em honra a Maria. Por volta de 1206 a Virgem Maria apareceu a São Domingos Gusmão e entregou o Rosário como uma arma poderosa para a conversão dos hereges e outros pecadores.

 

“Um cristão sem Maria está órfão. Também um cristão sem a Igreja é um órfão. Um cristão precisa destas duas mulheres, duas mulheres mães, duas mulheres virgens: a Igreja e a Mãe de Deus.” Papa Francisco.

Dicas de leituras marianas:

"A Mulher do Apocalipse" - Prof. Felipe Aquino.

“Consagração a Nossa Senhora” - Dom Antonio Maria Alves.

"Glórias de Maria" - Santo Afonso Maria de Ligório.

“Imitação de Maria” – Autor desconhecido.

“Ladainha De Nossa Senhora - O Sentido De Cada Invocação” - Pe. Joãozinho, SCJ .

“Maria, Mãe dos Cristãos” - Padre Mário Bonatti.

“Maria, A Mulher do Gênesis ao Apocalipse” - Monsenhor Jonas Abib.

“O Segredo de Maria” - São Luis de Montfort.

"Salve, Santa Rainha" - Scott Hahn.

“Tratado da Verdadeira Devoção a Santíssima Virgem” - São Luís Maria Grignion de Montfort.

“9 Meses com Maria” - Padre Luiz Erlin.

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A alegria da ressurreição é a fórmula direta de passagem da existência humana para a vida eterna. Preparamos-nos cada dia para este encontro definitivo. Deus Pai nos espera para dar-nos o prêmio do Filho muito amado gerado no Seu Filho Jesus Cristo nosso Salvador.

Jesus ao se despedir dos seus amigos exclama: “Vou preparar um lugar para vocês, quando estiver preparado, voltarei e vos levarei comigo, para que onde eu estiver vocês estejam também comigo, na casa do meu Pai existem muitas moradas”. Eis a promessa de Jesus: Preparar-nos um lugar. Temos muitas promessas de revelação que Jesus nos fez. Esta é a mais direta que temos: Um lugar. Já temos caminhos para exercer a busca e o encontro deste lugar. O amor é o indicador fiel. “Amai-vos como eu vos amei.”

Os apóstolos conviveram com Jesus e saborearam este lado bom de Jesus, sua direção que vinha do Pai. “Eu e o Pai somos um”. Esta unidade reflete como bem para os que lutam cada dia na alegria e nas tribulações, nas intempéries e na grande bonança que se reveste de providência. “Eu estarei sempre convosco”.

A nossa confiança de fé é uma referência diferencial para vivermos em unidade e fraternidade. Assim vamos nos preparar com Maria, Nossa Senhora, no cenáculo para receber o Espírito Santo. Ela gerou os novos filhos do Espírito Santo para a missão. A Mãe sabe que destaca na graça a ação do reino.

Com Maria a mãe de Jesus e nossa mãe queremos vivenciar a prova mais confiante dos bens eternos, nossa salvação. Com ela queremos servir como discípulos missionários da misericórdia do Pai. Ela é a mãe da misericórdia, em seu pensamento está a Palavra de Sabedoria, no seu coração é guardada e servida aos apóstolos. Doada por Jesus a comunhão perfeita do Pai.

Vem Espírito Santo doador dos sinais eternos!

 

Pe. Geraldo Ascari

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Domingo, 16 Novembro 2014 22:00

Nossa Senhora do Rocio

No fim do século XVII já existia a devoção a Nossa Senhora do Rocio (antes de 1686 não se encontra, na história do Paraná, referência alguma a esta devoção). Pela tradição sabe-se apenas da existência, no Rocio, de um índio ou africano pescador, conhecido por Pai Berê, cuja choupana ficava justamente no local onde hoje é o santuário.

Certo dia esse homem, ao lançar a rede ao mar, colheu uma imagem que reconheceu ser de Nossa Senhora, e, levando-a para casa, instituiu terços em sua honra na primeira quinzena de novembro, provavelmente para recordar a época do achado.

Com aqueles tempos eram de fervorosa fé, os vizinhos acorreram desde logo aos terços do Pai Berê, e, dentro em pouco, espalhada a fama dos milagres obtidos por intercessão de Nossa Senhora, representada naquela imagem, a devoção começou a ser praticada também pela gente da vila, que abalava pela estrada arenosa até a cabana do pescador, para assistir aos terços ou cumprir promessas.

Não tardaram os devotos da vila a pretender a posse exclusiva da imagem, tomando-a ao Pai Berê, para coloca-la em altar mais apropriado, na Matriz. Mas, diz a lenda, tantas vezes foi à imagem processionalmente conduzida para a vila quantas as que se evadiu, sem intervenção humana, amanhecendo em seu lugar, no humilde oratório, até que, convencidos da impossibilidade de a deterem na igreja paroquial, resolveram construir uma capela no Rocio.

A capela foi começada antes de 1797; mas, pela escassez dos recursos, só foi terminada em 1813, quando a benzeu solenemente, em novembro desse ano, o Revmo. Pe. Manuel de são Tomé, celebrando-se então a primeira Festa em templo próprio e com aparato nunca visto.

Em maio de 1924 foi concluído o atual santuário, continuando a devoção a Nossa Senhora do Rocio a ser o alento e a esperança das gerações paranaguenses.

À imagem achada por Pai Berê deram o nome de Nossa Senhora do Rocio, porque assim se chamava o lugar onde ele morava. Esse lugar é hoje um pitoresco arrabalde de Paranaguá, estado do Paraná, Brasil.
 
Pe. Armando
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Terça, 07 Outubro 2014 21:00

Nossa Senhora da Vitória

O título Nossa Senhora da Vitória foi dado a Maria pelo Papa Pio V, depois da vitória de Lepanto (7de outubro de 1571), por estar firmemente persuadido de que essa vitória fora obtida por uma particular proteção da Santíssima Virgem Maria. Para combater os muçulmanos, que ameaçavam o norte da Europa, pretendendo submetê-la pelas armas e aniquilar o nome cristão, fazem-se de vela para o Oriente os bravos cristãos que atenderam ao grito de alarme do Sumo Pontífice, e este, qual outro Moisés, não cessa de levantar as mãos para o céu, dirigindo a Deus e à Virgem Maria as mais fervorosas orações pela vitória dos cristãos.

Os turcos se precipitam com fúria sobre a frota cristã, e em princípio parecem ganhar algumas vantagens; mas ao canto do “Expurgat Deus”, salmos das santas batalhas, os soldados da cruz afrontam a morte e zombam dela, combatendo como denodados heróis, e dentro em pouco começa a melhorar sua situação, até que, depois de 12 horas de um combate encarniçado, os infiéis muçulmanos são completamente derrotados, perdendo mais de 30 mil homens, 200 navios e quase  todo o material de sua esquadra.

Os cristãos vencedores colhem um despojo imenso, e o que vale muito mais, põem em liberdade 25 mil escravos cristãos que estavam encerrados nos porões dos navios infiéis (7 de outubro de 1571). Em Roma, o Papa Pio V teve revelação da vitória no momento em que era alcançada: estava na sala do consistório, com os cardeais, quando de repente se levanta, abre a janela, olha o céu e diz: “Deixemos os negócios: vamos dar graças a Deus pela vitória que acaba de conceder ao exército cristão”.

Esse fato extraordinário foi atestado da maneira mais autêntica, e é relatado como incontestável no processo da canonização do santo Papa. Para conservar a memória dessa vitória, Pio V inseriu, na ladainha de Nossa Senhora, a invocação “Auxilium Christianorum, ora pro nobis”, e instituiu a festa de Nossa Senhora da Vitória, dando assim um novo título à exelsa Mãe de Deus.

Em 1573, Papa Gregório XIII mudou o título da comemoração para "Festa do Santo Rosário" e esta festa foi estendida pelo Papa Clemente XII à Igreja Universal. Após as reformas do Concílio Vaticano Segundo, a festa foi renomeada para Nossa Senhora do Rosário. A festa tem a classificação litúrgica de memória universal e é comemorada dia 7 de outubro, aniversário da batalha, que a Virgem Maria nos de Vitória sobre todos os inimigos que hoje também tentam destruir a humanidade; Rogamos Virgem da Vitória, rogai por nós.

Pe. Armando
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Terça, 09 Setembro 2014 21:00

Capelinha Mãe Peregrina

Mãe Rainha Três Vezes Admirável de Schoenstatt
 
Atribuição: levar Jesus e Maria ao mundo.
Objetivo: Que as famílias acolha em seus lares Nossa Senhora e seu Filho Jesus, e lhes dê um lugar especial em seu coração.
 
Se alguma família desejar receber a Capelinha da Mãe Peregrina, entregue na Secretaria o nome, endereço, telefone que ficará na lista de espera da missionária da quadra indicada.
Pode ligar para Francisca (fone: 3233-8671 – 8432-1101 ou mensagem para Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..
 
Essa Capelinha permanece em cada lar 24 horas. A família passa no dia seguinte a Capelinha para a próxima da lista para dar continuidade à Peregrinação.
 
Último sábado do mês ou dia especial que seja festa, sairá ônibus às 14:30h que fica estacionado frente à Paróquia com destino ao Santuário que fica ao lado da Torre Digital (ida e volta a R$10,00), observando os cartazes e faixas com Francisca
 
Missa: Todo dia 18 de cada mês na missa das 19h (ou 18h se cair num domingo) na Paróquia.
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