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Domingo, 10 Janeiro 2021 18:51

Batismo do Senhor

Francisco no Angelus: Deus nos acaricia com a sua misericórdia    "A nossa vida é marcada pela misericórdia que se pousou sobre nós. Fomos salvos gratuitamente. A salvação é grátis. É o gesto gratuito da misericórdia de Deus para conosco", disse o Papa no Angelus deste domingo.    Mariangela Jaguraba - Vatican News    O Papa Francisco rezou a oração mariana do Angelus deste domingo (10/01), da Biblioteca do Palácio Apostólico, dia que a Igreja celebra o Batismo do Senhor.    Poucos dias atrás, na Solenidade da Epifania, Jesus foi visitado pelos Reis Magos. “Hoje, o encontramos como adulto nas margens do Jordão. A Liturgia nos faz dar um salto de cerca de trinta anos, trinta anos dos quais sabemos uma coisa: foram anos de vida escondida, que Jesus transcorreu em família, alguns anos no Egito, como migrante para fugir da perseguição de Herodes, outros em Nazaré, aprendendo a profissão de José, obedecendo aos pais, estudando e trabalhando”. A seguir, acrescentou:    É impressionante que a maior parte do tempo do Senhor na Terra foi passado desta maneira, vivendo a vida de todos os dias, sem aparecer. Pensamos que segundo os Evangelhos foram três anos de pregação, de milagres e muitas coisas. Os outros anos foram de vida escondida na família. É uma bela mensagem para nós: nos revela a grandeza do cotidiano, a importância aos olhos de Deus de cada gesto e momento da vida, mesmo o mais simples e escondido.    Jesus salva vindo ao nosso encontro     “Depois desses trinta anos de vida oculta, começa a vida pública de Jesus. E começa com o seu batismo no Rio Jordão. Jesus é Deus. Por que Jesus vai se batizar?”, perguntou o Papa. “O batismo de João consistia num rito penitencial, era um sinal da vontade de se converter, de ser melhor, pedindo o perdão dos pecados. Jesus certamente não precisava disso. De fato, João Batista tenta se opor, mas Jesus insiste. Por quê? Porque ele quer estar com os pecadores. Por isso, entra na fila com eles e realiza o mesmo gesto deles. E o faz com um comportamento do povo, com uma atitude do povo, que como diz um hino litúrgico, com a alma nua, sem cobrir nada, assim, pecador. Este é o gesto que Jesus faz e entra no rio para se imergir em nossa mesma condição. O batismo, de fato, significa precisamente “imersão”. No primeiro dia de seu ministério, Jesus nos oferece o seu “manifesto programático”. Segundo o Pontífice, Jesus “nos diz que não nos salva do alto, com uma decisão soberana ou um ato de força, um decreto, não: Ele nos salva vindo ao nosso encontro e tomando sobre si os nossos pecados. É assim que Deus vence o mal do mundo: abaixando-se e assumindo”.    Angelus de 10 de janeiro de 2021    Deus se manifesta na obra de misericórdia    É também a maneira pela qual podemos elevar os outros: não julgando, não intimando, dizendo-lhes o que fazer, mas fazendo-se próximo, compadecendo, compartilhando o amor de Deus. A proximidade é o estilo de Deus em relação a nós. Ele mesmo disse isto a Moisés. Pensem: qual povo tem seus deuses tão próximos como vocês tem a mim? A proximidade é o estilo de Deus para conosco.    Francisco sublinhou que “depois deste gesto de compaixão de Jesus, acontece uma coisa extraordinária: os céus se abrem e a Trindade finalmente se revela. O Espírito Santo desce em forma de pomba e o Pai diz a Jesus: «Tu és o meu Filho amado»”.    Deus se manifesta quando a misericórdia aparece. Não se esqueçam disso! Deus se manifesta quando a misericórdia aparece, porque esse é o seu rosto. Jesus se torna o servo dos pecadores e é proclamado Filho; Ele se abaixa sobre nós e o Espírito desce sobre Ele. O amor chama o amor. É válido também para nós: em cada gesto de serviço, em cada obra de misericórdia que fazemos, Deus se manifesta, Deus pousa o seu olhar sobre o mundo. Isso vale para nós.    Identidade de "misericordiados"    Segundo o Papa, “mesmo antes que façamos qualquer coisa, a nossa vida é marcada pela misericórdia que se pousou sobre nós. Fomos salvos gratuitamente. A salvação é grátis”.    É o gesto gratuito da misericórdia de Deus para conosco. Sacramentalmente, isto se realiza no dia do nosso Batismo, mas também os que não são batizados recebem a misericórdia de Deus sempre, porque Deus está ali, espera. Espera que as portas de seus corações se abram. Se aproxima, permito-me dizer, nos acaricia com a sua misericórdia.    Francisco concluiu, pedindo a Nossa Senhora para que “nos ajude a salvaguardar a nossa identidade, ou seja, a identidade de ser “misericordiados” que está na base da fé e da vida”.   Fonte: Vatican News
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Segunda, 01 Junho 2020 22:41

Virgem, Santa Maria, Mãe da Igreja

VIRGEM SANTA MARIA, MÃE DA IGREJA Com o Decreto “Ecclesia Mater”, da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, publicado em 3 de março de 2018, o Papa Francisco determinou a inscrição da Memória da Bem-aventurada Virgem Maria, Mãe da Igreja, no Calendário Romano Geral. Por meio desse Decreto, o Papa Francisco estabeleceu que, na segunda-feira depois da Solenidade de Pentecostes, detalhe bem significativo, é obrigatória para toda a Igreja de rito romano a Memória litúrgica de Maria, Mãe da Igreja. O objetivo dessa celebração está brevemente descrito no Decreto: “Favorecer o crescimento do sentido materno da Igreja nos Pastores, nos religiosos e nos fiéis, como, também, da genuína piedade mariana”. Essa Memória litúrgica de Maria, Mãe da Igreja, nos faz recordar o papel único e singular de Nossa Senhora na História de nossa Salvação, pois Ela é o modelo da livre correspondência ao amor de Deus, a bondosa Mãe da Igreja que nos acompanha no serviço missionário da fé. De acordo com as Sagradas Escrituras, a Virgem Maria estava presente junto aos Apóstolos no dia de Pentecostes. Naquele dia, Ela presidiu, de alguma forma, o nascimento da Igreja que saiu do Cenáculo para anunciar ao mundo inteiro as maravilhas de Deus. Naquela efusão do Espírito Santo, a presença maternal de Maria no meio dos Apóstolos era para eles a memória de Cristo, pois os olhos de Maria tinham impresso o rosto do nosso Salvador, e o coração Imaculado de Maria guardava os mistérios de Cristo, da Anunciação à Ressurreição e Ascensão ao Céu, por meio da vida pública, da Paixão e Morte de Cristo. Graças ao seu sim e à sua fidelidade contínua ao amor de Deus, a Virgem Maria é a testemunha particular do Verbo Encarnado. Ela é a memória viva e vivificante do seu Filho e, por isso, Ela permanece na Igreja e nela está presente de modo materno. Desse modo, Ela continua a guardar no seu coração tudo aquilo que vive a Igreja, o Corpo Místico de Cristo e, por ser a Mãe da Igreja, Maria zela para que seus filhos mantenham a unidade da fé. Em seu Evangelho, o Apóstolo São João narra que “junto à cruz de Jesus estavam de pé sua mãe, a irmã de sua mãe, mulher de Cléofas, e Maria Madalena. Quando Jesus viu Sua Mãe e perto dela o discípulo que amava, disse à Sua Mãe: ‘Mulher, eis aí o teu filho’. Depois disse ao discípulo: ‘Eis aí tua Mãe!”. (Jo 19, 25-27). Fazendo uma referência a esse testemunho de São João evangelista, o Decreto “Ecclesiae Mater” assinala que a Virgem Maria “aceitou o testamento do amor do seu Filho e acolheu todos os homens, personificado no discípulo amado, como filhos a regenerar à vida divina, tornando-se a amorosa Mãe da Igreja, que Cristo gerou na Cruz, dando o Espírito”. As primeiras comunidades cristãs aprenderam que a Virgem Maria é o símbolo perfeito da maternidade espiritual da Igreja. As sucessivas gerações cristãs vivenciaram também essa presença materna de Maria no seio da Igreja. Santo Agostinho, nos primeiros séculos, afirmou que “Maria é a Mãe dos membros de Cristo porque cooperou, com a sua caridade, ao renascimento dos fiéis na Igreja”. Tempos depois, São Leão Magno ensinava que “o nascimento da cabeça é, também, o nascimento do Corpo, o que indica que Maria é, ao mesmo tempo, Mãe de Cristo, Filho de Deus, e Mãe dos membros do Seu Corpo Místico, isto é, da Igreja”. Nessa breve recordação histórica, nós percebemos que a Memória litúrgica da Bem-aventurada Maria, Mãe da Igreja, é uma redescoberta profética de uma antiga devoção, pois a Virgem Maria, Mãe da Igreja, sempre caminhou à frente e com sublime perfeição no Caminho, que é Cristo, para ser nosso modelo e exercer sua maternidade eclesial para com todo o Corpo de Cristo. O título mariano de Mãe da Igreja se popularizou e, por assim dizer, oficializou-se entre os fiéis, a partir da realização do Concílio Vaticano II, pois, em 1964, durante a promulgação da Constituição dogmática Lumen Gentium, o Papa São Paulo VI proclamou Maria Santíssima como Mãe amorosíssima de todo o Povo de Deus, a Mãe da Igreja. Alguns anos depois, em 30 de junho de 1968, no Credo do Povo de Deus, esse santo pontífice reafirmou essa verdade de forma ainda mais forte: “Nós acreditamos que a Santíssima Mãe de Deus, nova Eva, Mãe da Igreja, continua no céu a sua maternal intercessão em relação aos membros de Cristo, cooperando no nascimento e desenvolvimento da vida divina nas almas dos remidos”. Além disso, por ocasião do Ano Santo da Reconciliação, em 1975, a Sé Apostólica propôs uma Missa votiva em honra de Santa Maria, Mãe da Igreja. Em 1980, a mesma Sé Apostólica concedeu a possibilidade de acrescentar a invocação do título Mãe da Igreja à Ladainha Lauretana. No ano de 1987, por ocasião do Ano Mariano, no pontificado de São João Paulo II, foram publicados formulários de missas votivas sob o título de “Maria, Mãe e Imagem da Igreja”. Outros formulários foram inseridos na Coletânea de Missas da Virgem Santa Maria e, para algumas nações e famílias religiosas, foi concedida a possibilidade de acrescentar esta celebração no seu Calendário particular. Essa Memória litúrgica evidencia que nós precisamos da ternura materna da Virgem Santa Maria, Mãe da Igreja, Mãe da Família dos filhos de Deus. Evidencia também que, se queremos crescer na santidade e na pertença a Deus e à Igreja, nós precisamos estar, cada vez mais, enraizados em três realidades centrais da nossa fé católica: a Cruz, a Eucaristia e a Virgem Maria. Estas três realidades são três fecundos mistérios que Deus nos concedeu para fecundar, estruturar e alicerçar a nossa vida interior e para nos conduzir ao nosso Redentor. Maria é a Mãe da Igreja e, por isso, Ela caminha conosco pelas sendas da História, ajudando-nos a servir ao nosso próximo com caridade, testemunhando o alcance da misericórdia divina. Ela intercede e cuida de nós, a fim de que possamos manter a unidade da fé, conservando acesa a chama da esperança. Com a autoridade da Mãe da Igreja, Ela está capacitada para nos guiar até o Sublime Amor de nosso Senhor Jesus Cristo. Maria, Mãe de Deus e da Igreja, ajudai-nos a permanecer no seio acolhedor da Igreja, o Povo santo de Deus, participando sempre mais das graças advindas dos Sacramentos, testemunhando a beleza do Evangelho e os sinais da devoção mariana. Maria, doce Mãe da Igreja, continuai a interceder do céu por todos nós, seus filhos indignos e necessitados, que não se cansam de suplicar a sua poderosíssima intercessão. Maria, Mãe da Igreja, rogai por nós! Fonte: https://arqbrasilia.com.br/virgem-santa-maria-mae-da-igreja/
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Quinta, 21 Mai 2020 19:07

Novena de Pentecostes

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Quarta, 05 Junho 2019 13:09

NOVENA DE PENTECOSTES 5o DIA

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Quarta, 05 Junho 2019 13:06

NOVENA DE PENTECOSTES 4o DIA

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Quarta, 05 Junho 2019 13:05

NOVENA DE PENTECOSTES 3o DIA

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Quarta, 05 Junho 2019 12:41

NOVENA DE PENTECOSTES 2o DIA

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Quarta, 05 Junho 2019 12:35

NOVENA DE PENTECOSTES 1o DIA

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Quarta, 05 Junho 2019 11:48

NOVENA DE PENTECOSTES 6o DIA

Estamos indo para o sexto dia de nossa novena!!! Como é bom sentirmos a paz que O Senhor nos da com sua brisa suave e mansa, mas, ao mesmo tempo, é indescritível o quanto o nosso coração queima com o fogo do Espírito Santo!!! Que possamos fazer de nossa vida um novo Pentecostes e que essa decisão seja diária, para que assim, O Senhor Jesus conduza os nossos passos e com a orientação do Espírito Santo, possamos ter forças para fazer de nossa vida uma constante oração e assim fazermos sempre a vontade do Pai, sendo verdadeiros templos do Espírito de Deus!!! 
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Segunda, 03 Setembro 2018 10:10

UM SOPRO DE VIDA NO ESPÍRITO

Pe. Valdemar Alves Pereira Estimados amigos e irmãos, paroquianos e leitores do nosso informativo. Estamos no mês da Bíblia, Palavra de Deus, inspirada pelo Espírito Santo. Essa mesma Palavra deve ser lida, entendida, interpretada e vivida a luz desse mesmo Espírito.  Cinquenta dias depois da Páscoa, o Consolador desceu sobre a comunidade dos discípulos "assíduos e concordes na oração" reunidos "com Maria, a mãe de Jesus" e com os doze Apóstolos (cf. At. 1,14; 2,1). Portanto podemos dizer que a Igreja teve o seu solene início com a descida do Paráclito. Com Ele, a Igreja pode dizer como Jeremias: “Quando encontrei tuas Palavras alimentei-me, Senhor! Elas se tornaram para mim uma delícia e a alegria do meu Coração” ( Jr 15, 16)! A Igreja, segundo 1Pd 2,5, somos nós. Ele confirma isso quando diz: “também vós, como pedras vivas, formai um edifício espiritual”. Somos pedras vivas porque somos templos do Espírito Santo. É Ele que nos dá sabedoria para vivermos de forma simples, alegre e ordenada. Sem o Espírito Santo tudo vira um caos. Santo Irineu de Lion, falando contra as heresias dizia: “a alma está entre as duas coisas: ora segue o Espírito e, Graças a Ele, voa; ora obedece a carne, e cai nos desejos terrenos”. (CANTALAMESSA, O Sopro do Espírito, 4Ed, P. 109). No início, a criação era um caos, mas quando Deus soprou o Espírito sobre o universo do caos, ele se transformou no cosmos, que significa beleza. A Igreja também, em alguns períodos da história, experimentou o caos. Porém, o Espírito de Deus que a conduz, retirou-a do caos para a ordem, das trevas para luz. Nós também, cada pessoa, individualmente, somos um universo. E como tal também experimentamos o caos, e muitos já passaram por isso, e sabemos, que se faltar a sabedoria, a força e a graça do Espírito Santo nesse momento sucumbimos no abismo e nas trevas. Mas o Espírito de Deus mora em nós, está a nossa disposição. São Paulo na 2Tm 1,6, “nos convida a reavivar o Dom de Deus que está em cada um de nós”. E nessa força renovada em nosso coração, também nós passaremos do caos pessoal para um cosmo organizado e sereno. O Espírito nos transforma em homens e mulheres novos, porque Ele foi enviado para isso, para gerar vida nova em todas as pessoas. Pedro, de homem medroso, desanimado, decepcionado e frio, agora, cheio do Espírito de pentecostes, se transforma num instrumento eficaz de Deus, e faz o primeiro anuncio do Cristo Vivo, Ressuscitado. Nem todos sentiram ou sentem a força do Espírito, mas ele nunca cessou a sua ação na história e na Igreja. O sopro do Espírito vem sobre Adão na criação e ele se torna um ser vivo; vem sobre a Virgem Maria, na encarnação, e nela ganha vida o redentor; vem sobre Jesus na ressurreição, e o torna um Espírito que dá a vida; vem sobre os apóstolos em Pentecostes, e nasce a Igreja; vem sobre a água no batismo, e o homem renasce para a nova vida; vem sobre o pão e o vinho, na eucaristia, e eles se transformam no Corpo e Sangue de Cristo; vem diariamente sobre nós, e nos enche de zelo, ardor e entusiasmo na missão; virá ainda sobre nós no fim dos tempos, e dará vida aos nossos corpos mortais (Op. Cit. P. 107). FONTE: CANTALAMESSA, Raniero, O Canto do Espírito, Ed. Vozes, 4 Edição, Petrópolis, RJ, 2009.  
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